Eu posso falar com quase toda certeza que essa parte de postar o que eu ando cozinhando está se tornando uma das minhas preferidas do blog. Não sei se é porque eu tenho tido bons resultados obvio que é por isso, mas pra quem há dois anos atrás só sabia fazer miojo e descongelar comida, me dá um orgulho ver que eu já progredi um pouquinho. Tem muito mais ainda pra aprender, mas aos poucos eu vou riscando um item da lista enquanto acrescento mais 20. Malditos blogs de comida/tumblr/pinterest! 🙁

Depois do macarrão, resolvi arriscar com a primeira carne da minha vida, e fiz uma receita do Panela Terapia: Maminha assada na mostarda. Não foi difícil, troquei a fraldinha pela maminha, aprendi a temperar carne, fiz batata pela primeira vez na vida, pois ela vinha como acompanhamento, e eu já tinha aprendido a fazer meu arroz no intercâmbio, que também usei como outro acompanhamento. Cozinhei pros meus pais, ou seja, sintam a pressão. Eles gostam de comer bem e não escondem críticas, então, quando vi 1kg de maminha acabar em menos de 20 minutos foi quando eu tive certeza que os elogios deles eram mesmo verdadeiros. 🙂

Eu não tinha intenção de fazer peixe tão cedo, mas quando vi essa receita, quase morri babando. Tinha combinado de jantar com um amigo que sempre cozinhou pra mim, daí resolvi demonstrar amor cozinhando pra ele também. Fui comprar meu primeiro salmão e minha mãe aprendeu junto comigo a temperar peixe. Improvisei no tempero porque não consegui encontrar o lemon pepper e não tinha tempo pra preparar. Esse é o prato, até agora, que fiquei mais orgulhosa porque saber que uma comida tão boa saiu das minhas “mãos” me dá uma alegria absurda. Sério, eu já quero fazer novamente semana que vem. Primeira vez que eu também que eu preparei a batata desse jeito. A receita original também é do Panela Terapia.

E por último, a receita que fez mais sucesso até hoje no Instagram. Segunda-feira estava entediada em casa e, finalmente, resolvi aprender a fazer cookies. A realidade é que eu sou muito fresca com cookies, eu já comi vários, mas pra mim um realmente bom é quando as gostas de chocolate derretem na sua boca quando você morde, e era exatamente isso que eu queria atingir. Confesso que achava que iria errar de primeiro, ou ficar muito duro, mas dei sorte e ficou do jeito que eu amo. Não peguei uma receita certa, na realidade, misturei umas 3 e meio que criei a minha. E como foi uma quantidade decente, recebi amigos em casa que lendo no Facebook/Instagram que tinham cookies disponíveis apareceram pra comer e aprovar.

Como eu vou adaptando a maioria das receitas que eu faço, eu não sei se alguém tem interesse em saber como se faz, mas caso isso aconteça, me avisem que eu compartilho com vocês. Enquanto isso, peço perdão, novamente, pelas fotos de celular, e caso você queira saber das comidas na hora que eu tirar do forno me segue no Instagram ali do lado ou pela hashtag #tanynacozinha. 🙂

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