Quando eu me pego olhando as fotos dá viagem me dá uma saudade imensa dessa uma semana que eu passei lá. Confesso que conhecer essa cidade era o que eu precisava pra dar uma pausa na minha vida e dos problemas dela, mas eu não imaginava que ia me apaixonar tanto assim por esse lugar. Eu sempre achei que era menina mais Nova Iorque que L.A, mas hoje em dia eu não sei de nada, eu só sei que preciso voltar logo para lá.

Cheguei na cidade no sábado de manhã, quase na hora do almoço, e esperei a minha amiga me buscar. A Jessica é uma amiga que morava aqui e agora (voltou) a morar lá e é o maior motivo deu ter ido pra Los Angeles: visitá-la, conhecer a vida que ela leva por lá e matar as saudades. Deixamos as coisas no seu apartamento, e logo notei que o clima era bem parecido com o de Manaus: muito, muito sol e muito quente. A grande e importante diferença é que lá tem vento, então, fica bastante tolerável. Sem contar a felicidade de fazer uma mala só com roupas leves, shorts, vestidos e sapatilha já que minhas últimas cinco viagens foram para lugares que estavam frios.

No primeiro dia, a Jessica me levou pra provar o legendário In n Out que eu amei e comi que nem uma desesperada. Tirei foto, enchi o bucho e depois compartilho mais quando fizer o post sobre comida de Los Angeles. Obviamente, voltei super gordinha. 🙁 Nesse dia tinhamos o show do The National e a Daughter estava abrindo. Estava super ansiosa por gostar demais das duas bandas. Esse era o meu primeiro show da Daughter, mas segundo do The National. Mais lindo que o primeiro que assisti, merecedor de mil vídeos e fotos, o show foi sensacional e me fez ficar arrepiada em vários momentos, mas nada barrou quando eles cantaram “Fake Empire” em versão acústica. Antes de irmos pra lá, bem do lado, visitamos o Griffith Observatory e eu pude ter a minha primeira vista da cidade, consegui ver o Hollywood Sign bem de longe, o quanto a cidade é imensa e me senti maior que o mundo vendo tudo bem de cima. O local, se eu não me engano, tem um dos mais altos e com as melhores vistas para cidade. Sem contar que é extremamente agradável de passar a tarde no gramado fazendo picnic. Nos arrependemos de não ter levado um pão com peito de peru e um vinho pro nosso pré-show, hahaha.

O domingo foi marcado por uma palavra: aleatoriedade. Foi o dia de fazer as coisas mais nada a ver que só eu mesma podia ter escolhido: visitamos algumas casas famosas na Califórnia (arquiteta, gente, fazer o que?), fomos na beirinha da praia só pra ter um gostinho antes de voltar pra conhecer um pouquinho mais, visitamos o Gran Central Market que foi bem decepcionante, fomos loucas e dirigimos por toda Mulholland Dr pra achar a cena em que o David Lynch gravou lá e no final, conseguimos! Fiquei de boca aberta com o tamanho e a beleza do Wall Disney Concert Hall e terminamos o dia numa Chinatown quase que deserta. Eu tenho uma curiosidade absurda em conhecer o máximo de Chinatowns que der.  Já estava quase na hora de fechar, era domingo e ventava muito, mas me senti em A viagem de Chihiro por não conseguirmos ver ninguém por lá. Ainda tive tempo pra tirar uma foto abraçando o Bob Esponja (?!) e tentar a sorte naquelas pedras do desejo: consegui saúde e dinheiro. Já é alguma coisa, né? O dia terminou extremamente cansativo, com comida, música boa voltando pra casa (aqui) e os pés doendo de tanto andar.

Dividi o post da viagem em algumas partes porque  foi tanta coisa que é impossível contar de uma vez só e a leitura seria extremamente extensa, além de muitas fotos para compartilhar. E  ainda tem um post especial da Disney.

Pra saber mais sobre a foto, é só colocar o botão do mouse em cima dela. 🙂

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