Segunda e melhor parte do post da viagem a Los Angeles: a Disney. Aviso duas coisas antes de você ler o post, até um mês antes eu não sabia que a primeira Disney foi na Califórnia, e eu nunca tinha ido em nenhum dos parques na minha vida. Sabe aquela viagem de quinze anos que todo mundo ganhava pra Disney? A minha foi tão adiada que acabou esquecida.. até agora.

Quando eu soube que iria conhecer a Disney da Califórnia, fiquei toda feliz e fui logo pesquisando tudo que podia saber. Descobri que por ser o primeiro dos parques, ele é bem menor que os outros, mas contém (quase) todos os brinquedos que os maiores oferecem. Fiquei bem feliz por ter visitado o da California primeiro porque como só tinha somente um dia pra visitá-lo, eu queria fazer render ao máximo a minha primeira vez e adivinhem? Consegui. Dou todos os créditos disso a Jessica que já conhecia o parque de cabo a rabo então sabia os melhores brinquedos pra irmos e que ordem deveríamos seguir. Fomos visitando cada “parque” por partes e pegando o Fast Pass para os brinquedos mais concorrido como o Space Mountain, Splash Mountain, o do Indiana Jones e tudo mais. Outra coisa, acordamos super cedo (cerca de 8h30) e antes das 10h já estávamos lá. A Jessica mora bem pertinho então não nos preocupamos com trânsito, mas em compensação demoramos um pouco em um café da manhã decente pra nos dar força ao longo do dia já que em nossa programação só sairíamos de lá as 23h depois das apresentações, fogos de artíficios e somente quando todos os brinquedos fecharam.

Eu sou a menina mais medrosa do mundo: medinho de altura, mas muito medo de montanha russa ou qualquer brinquedo do gênero e normalmente fico com roda gigante, bate bate e brinquedos que fiquem no chão ou não vão me chacoalhar, quando estou em qualquer parque, mas considerando que eu estava num dos maiores e melhores parques do mundo eu segui um pensamento: se tem um lugar que eu posso ignorar meu medo de morrer, é aqui. E deu certo. Comecei com os brinquedos mais bobinhos, pra criança, mas não me permiti fechar os olhos em nenhuma montanha russa (e eu fui em todas!) por nenhum minuto. Eu não queria perder nenhum segundo disso já que não sei quando vou voltar lá ou conhecer outro parque, né? Eu consegui manter os olhos abertos, mas a pobre da Jessica me ouviu gritar loucamente que nem uma idiota em vários brinquedos. Me tranquilizou vê-la chorar de rir das minhas reações. Meu jeitinho, hehe. Em compensação, o que eu tinha de gritos por segundos, compensavam em sorrisos por todo o resto dia. Eu não sei como alguém consegue não se tornar a pessoa mais feliz do mundo na Disney.

No final do dia, eu estava com frio, com sono, com os pés doendo mais do que em qualquer dia de festival de música que eu já fui, cansada, molhada, mas com a melhor sensação do mundo. Eu não queria ir embora e eu ainda não quero. Ver essas fotos me dá uma nostalgia absurda, e um desejo de voltar lá amanhã mesmo.

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